David J. Phillip / AP
David J. Phillip / AP

Chefão da F-1 aposta tudo no novo GP de Austin para fisgar norte-americanos

Bernie Ecclestone espera que categoria finalmente consiga fazer sucesso nos EUA

O Estado de S. Paulo

15 de novembro de 2012 | 14h25

AUSTIN - O GP dos Estados Unidos, neste domingo, no novo circuito de Austin, é mais uma tentativa de Bernie Ecclestone, chefão comercial da Fórmula 1, de finalmente fazer a categoria decolar no país mais rico do mundo. E o veterano dirigente inglês acredita que desta vez isso acontecerá. Segundo Ecclestone, é fundamental para a saúde financeira da F-1 que os norte-americanos se encantem pela principal competição de automobilismo do planeta. "Trata-se de um Campeonato Mundial, então nós precisamos dos Estados Unidos."

O dirigente conta tanto com o sucesso do novo GP dos Estados Unidos que já faz planos para realizar mais provas no país. Ecclestone argumenta que o continente americano precisa ter mais do que as três corridas de que dispõe atualmente (além dos GP dos Estados Unidos, os GPs do Canadá e do Brasil). "A América é tão grande quanto a Europa, então nós deveríamos ter o mesmo número de corridas (nos dois continentes)." Nesta temporada, sete etapas foram disputadas na Europa.

10ª CHANCE

A pista de Austin será a décima dos Estados Unidos a receber a Fórmula 1. A última prova no país foi realizada em 2007, em Indianápolis. Ecclestone apostava que o mítico circuito (que foi adaptado para receber a F-1) seria a solução para a falta de popularidade da categoria no país, só que mais uma vez a ideia não deu certo. Indianápolis teve apenas oito corridas (sem contar a época em que as 500 Milhas valiam pontos para o Mundial) antes de sair do calendário.

Se Austin vai durar na F-1, ninguém sabe, mas o início é animador: todos os ingressos para a corrida de domingo já foram vendidos.

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