Chefão da Renault volta a criticar redução de gastos na F-1

MANAMA - O italiano Flavio Briatore, chefe da equipe Renault, voltou a reclamar da redução de gastos na Fórmula 1 proposta pela Federação Internacional de Automobilismo, que fixou um gasto máximo de 33 milhões de euros (cerca de R$ 43 milhões) por escuderia.

EFE

24 de abril de 2009 | 15h35

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"Pode ser um problema cortar dramaticamente o orçamento das escuderias de um ano para o outro", disse Briatore diretamente do Barein, que recebe o circo da F-1 este fim de semana.

Segundo o italiano, é impossível reduzir o número de integrantes de sua equipe. Não é a primeira vez que Briatore reclama da proposta da FIA - na China, usou palavras mais contundentes.

Max Mosley quer uma mudança radical na principal categoria do automobilismo, o que inclui a redução do orçamento das escuderias.

Inicialmente a mudança geraria duas divisões dentro da F-1, já que as escuderias que não aceitassem a redução ficariam limitadas tecnicamente, incluindo seus carros, em relação às demais.

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