Chefe da McLaren propõe ampliação do calendário da F-1

Para o inglês, atitude é necessária para a inclusão de novos mercados, mas que não passe de 20 GPs

EFE

02 de abril de 2008 | 17h11

O inglês Ron Dennis, chefe de equipe da McLaren, propôs o aumento de 18 para 20 corridas no calendário da Fórmula 1. O dirigente afirmou que a expansão para novos mercados da Ásia é "lógica" e que este número de provas é o "limite natural" para a categoria - mas que não passe disto. O chefe da McLaren deseja que países como Rússia, Índia e Coréia do Sul recebam provas da F-1 e falou de outras mudanças que a categoria poderia promover. "Temos que tornar a F-1 mais ecológica e segura, reduzir os custos", comentou Dennis, que deu estas declarações num encontro de negócios do esporte a motor no Barein - palco do próximo Grande Prêmio da F-1. Dennis elogiou também a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), apontando que as mudanças implementadas pela organização salvaram os pilotos. Segundo o inglês Christian Horner, diretor da Red Bull, 20 corridas é um número "grande, mas razoável". Para ele, a expansão da categoria ao Oriente Médio seria importante por ser uma região-chave nos planos de desenvolvimento da categoria. Outro que apoiou a proposta foi o inglês Nick Fry, diretor-geral da Honda: "o equilíbrio entre os circuitos tradicionais europeus e os de novos continentes é vital. A F-1 precisa ir onde o mercado está, e agora está passando da Europa e América do Norte ao Oriente Médio e Ásia". Além da idéia de ampliar o campeonato, Dennis gostaria de fechar a temporada durante o inverno "não só por motivos de logística, mas para despertar o sentido de antecipação nos corações e nas mentes dos fãs da F-1". 

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