Bradon Malone/Reuters
Bradon Malone/Reuters

Chefe da Red Bull nega que tenha feito proposta para Alonso

Christian Horner contradiz espanhol e afirma não ter lhe procurado para oferecer vaga na equipe em 2019

Estadão Conteúdo

24 Agosto 2018 | 16h02

O chefe de equipe da Red Bull, Christian Horner, negou nesta sexta-feira que tenha feito proposta para tentar contratar Fernando Alonso para a temporada 2019 da Fórmula 1. Na quinta, o piloto espanhol havia afirmado que recebera uma oferta para se transferir para o time austríaco, para ocupar o lugar do australiano Daniel Ricciardo.

Horner, contudo, negou qualquer oferta nesta sexta, no Circuito de Spa-Francorchamps, onde será disputado o GP da Bélgica, no domingo. "Apenas para ficar claro, não houve oferta para Fernando Alonso para o ano que vem. Fernando é um piloto fantástico, mas ele obviamente já escolheu o caminho dele", declarou o chefe da Red Bull.

Na quinta, Alonso disse que havia sido procurado por uma das três melhores equipes da atualidade da Fórmula 1. Ao ser questionado sobre qual era, confirmou que era a Red Bull. O espanhol dissera que tinha sido contactado com integrantes do time em dois momentos deste ano, no início e também neste mês.

Apesar de negar a procura por Alonso, Horner admitiu que os novos proprietários da categoria chegaram a entrar em contato para avaliar a possível transferência do espanhol para a Red Bull. "Houve apenas uma pergunta sobre se considerávamos ter Fernando na equipe, o que é compreensível do ponto de vista dos promotores do evento. Se ele estivesse num carro competitivo, tenho certeza de que os proprietários prefeririam que ele ficasse", afirmou.

A Red Bull tentou contratar o bicampeão mundial em 2007. Mas Horner argumenta que seria difícil trabalhar com Alonso atualmente. "Ele tende a causar um pouco de confusão por onde passa", diz o chefe de equipe. "Não tenho certeza de que seria a coisa mais saudável para a equipe contar com ele."

Alonso venceu pela última vez uma corrida de Fórmula 1 em 2013. No entanto, viveu seu auge em 2005 e 2006 quando se sagrou bicampeão mundial, pela Renault. Ele foi ainda vice-campeão por três vezes, com a Ferrari.

 

 

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