Harish Tyagi/EFE
Harish Tyagi/EFE

Com Ferrari em baixa, Raikkonen nega arrependimento

Após o anúncio da troca de escudeira, a Lotus somou 73 pontos, 24 a mais do que a Ferrari nas últimas três corridas

AE, Agência Estado

24 de outubro de 2013 | 13h09

SÃO PAULO - O anúncio da contratação de Kimi Raikkonen pela Ferrari coincidiu com uma queda de rendimento da equipe italiana e o crescimento da Lotus na temporada 2013 da Fórmula 1. Nas últimas três provas, a atual escuderia do piloto finlandês somou 73 pontos, 24 a mais do que a Ferrari, mas Raikkonen garante não estar preocupado com o risco de ter optado por uma equipe menos competitiva. "Eu não teria tomado a decisão se não achasse que era certo para mim. (A Ferrari) É tão competitiva... Com as regras, ninguém sabe como isso vai funcionar no próximo ano", afirmou Raikkonen, na véspera do início das atividades do GP da Índia, lembrando que as mudanças no regulamento da Fórmula 1 podem tornar o próximo campeonato imprevisível.

Os bons resultados nas últimas provas levam a Lotus a sonhar com o vice-campeonato do Mundial de Construtores. A equipe ocupa a quarta colocação, com 264 pontos, a 33 da segunda colocada Ferrari. Raikkonen reconhece que este é o objetivo da Lotus para as últimas quatro corridas, mas ressalta que será complicado alcançá-lo. "Esse é o objetivo para nós, mas é difícil dizer se isso vai acontecer. Parece que as últimas corridas foram fortes para a nossa equipe, mas eu tenho que me classificar melhor, para me colocar lá em cima e, talvez, tentar ganhar algumas corridas, mas não vai ser fácil", disse.

Tentando encerrar a sequência de cinco vitórias de Vettel na Fórmula 1, Raikkonen destacou que precisa começar a superá-lo logo no treino de classificação do GP da Índia, neste sábado. "Eu acho que preciso melhorar um pouco no treino de classificação. Isso ajudaria muito. Isso nos daria uma boa chance, em seguida, de tentar vencê-los", comentou.

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