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Com Wehrlein e Hartley, Ferrari anuncia quatro pilotos para simulador

Meta do time italiano é que o quarteto ajude a desenvolver o carro deste ano, principalmente ao longo da temporada

Redação, Estadão Conteúdo

04 de fevereiro de 2019 | 15h28

A Ferrari anunciou nesta segunda-feira um time de quatro pilotos, dois deles com passagens pela Fórmula 1, para trabalhar em seus simuladores nesta temporada. A meta do time italiano é que o quarteto ajude a desenvolver o carro deste ano, principalmente ao longo da temporada da F-1.

O grupo será encabeçado pelo alemão Pascal Wehrlein e pelo neozelandês Brendon Hartley. Sem espaço, ambos deixaram a Fórmula 1 no fim do ano passado. O primeiro esteve na categoria em 2016 e 2017. No ano passado, foi reserva da Mercedes. Em 2019, passou a competir no grid da Fórmula E, pela equipe Mahindra.

Hartley, por sua vez, defendeu a Toro Rosso em parte do campeonato de 2017 e na temporada de 2018 do começo ao fim. Ele tem grande experiência também no Mundial de Endurance (WEC), com dois títulos, em 2015 e 2017.

Já o italiano Antonio Fuoco, de apenas 22 anos, é quem tem a menor experiência dentre os quatro pilotos. Ao mesmo tempo, é quem tem a maior proximidade com a Ferrari. Integrante da academia de jovens pilotos do time italiano, ele foi piloto de desenvolvimento na F-1 em 2015 e 2016. Disputa atualmente a Fórmula 2.

Davide Rigon, também italiano, é o mais experiente do grupo. Tem 32 anos e passagens por diversas categorias, como GP2 (atual F-2), Euroseries, FIA GT Championship e WEC. É considerado pela própria Ferrari como um "veterano dos simuladores".

"Nosso time escolheu quatro pilotos talentosos, que possuem 'feeling' inato, com uma forte compreensão do automobilismo e das pistas. Estas são as exatas qualidades exigidas para pilotar nos nossos simuladores, que é uma das peças vitais do nosso equipamento na Fórmula 1 hoje em dia", afirmou o novo chefe da Ferrari, Mattia Binotto.

 

 

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