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Contusões prejudicam Alexandre Barros

Antes do início do campeonato de MotoGP, o brasileiro Alexandre Barros era apontado como um dos favoritos ao título. Depois de anos correndo com motos Honda, optou por passar a competir com Yamaha, para aproveitar a oportunidade de, pela primeira vez na categoria, ser piloto oficial de fábrica. Assinou com a equipe Galoises e, nos treinos de pré-temporada, saiu-se bem. O próprio Alexandre acredita que disputaria o título com o italiano Valentino Rossi. No entanto, passadas nove etapas - a décima será domingo, na República Checa -, a briga do brasileiro é outra: melhorar sua posição na classificação, onde ocupa atualmente um decepcionante nono lugar. No momento, porém, a maior dificuldade de Barros - além do fato de as motos Yamaha ter rendimento nitidamente inferior às Honda - é com as condições físicas para competir. Nas últimas temporadas, ele vive às voltas com tendinite nos ombros, problema que piorou após o acidente no GP da Inglaterra, quando sofreu uma queda no warm up e teve fratura na mão direita. "A dor aumentou, se tornou quase insuportável?, disse Alexandre. Mesmo assim ele insistiu em correr na Alemanha, duas semanas depois do acidente, caiu durante a prova (a moto apresentou problema de freio) e as dores pioraram. Barros está aproveitando o intervalo de três semanas entre o GP alemão e o da República Checa, que será na cidade de Brno, para fazer tratamento nos ombros. "Melhorou bastante.? Mas ele não arrisca, por enquanto, prognóstico para domingo. Prefere esperar os primeiros treinos, na sexta-feira. A briga pelo título este ano parece estar restrita a três pilotos que competem com motos Honda, apesar de ainda faltarem sete etapas para o final do campeonato. O líder é o italiano Valentino Rossi, com 187 pontos, seguido pelo espanhol Sete Gibernau, 158, e por outro italiano, Max Biaggi, 130. Alexandre Barros tem apenas 62 pontos.

Agencia Estado,

12 de agosto de 2003 | 18h47

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