Corte de Ronaldo não dura em pilotos

Os pilotos brasileiros que disputam a F-Indy/Cart ainda comemoram o pentacampeonato mundial de futebol conquistado pela seleção brasileira. Mas o entusiasmo que levou Cristiano da Matta, Bruno Junqueira, Christian Fittipaldi e Tony Kanaan a cortarem o cabelo à la Ronaldo acabou rapidamente. Poucas horas depois de entrarem na nova onda, eles caíram na real e decidiram passar a máquina no pouco de cabelo que havia restado em suas cabeças. Continuam parecidos com Ronaldo, mas o de antes - careca. ?Ah, não deu para agüentar, não. Ficou muito feio?, justificou Cristiano da Matta, da Chip Ganassi, ao ser questionado sobre o fim que levou o ?tufo? que deixara em sua cabeça. ?Cortei rapidinho.?Os brasileiros decidiram homenagear Ronaldo no domingo passado, quando a seleção ganhou a Copa do Mundo da Coréia e do Japão. Estavam em Chicago, onde disputaram o GP vencido por Da Matta, e assistiram ao jogo antes do warm-up (a partida começou às 6 horas, pelo horário de Chicago). Título garantidos os quatro, com a ajuda de ?amigos? mudaram o penteado. Em seguida, posaram para fotos e foram trabalhar. Naquela altura, já tinha gente se arrependendo.Pelo menos, o corte à la Ronaldo sobreviveu ao GP de Chicago. Mas na cabeça de Tony Kanaan, a moda não resistiu por muito tempo. Já no vôo que o levou de volta a Miami ele pegou um barbeador elétrico e raspou a cabeça. ?Estava muito esquisito, é melhor ficar careca?, justificou o piloto da MoNunn. Tony fez o ?serviço?, mas Bruno Junqueira ficou no prejuízo. Isso porque ele deixou para cortar o cabelo na segunda-feira, em Indianápolis, onde mora, e recorreu a ajuda de um profissional. ?Não temos aquelas máquinas pequeninas e o Bruno precisou ir ao barbeiro. Normalmente, um corte lá em Indianápolis custa US$ 35. Como ele só tirou um pouquinho, acho que pagou uns US$ 30?, disse Diana Junqueira, irmã e assessora do piloto da Chip Ganassi.

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