De luto por morte do pai, Montezemolo falta a reunião da F1

O presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, que ameaçou retirar sua equipe do campeonato de Fórmula 1 a menos que as regras para 2010 sejam modificadas, faltou a uma reunião com o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), nesta sexta-feira, devido à morte de seu pai.

ALAN BALDWIN, REUTERS

15 de maio de 2009 | 11h42

A escuderia italiana foi representada pelo chefe de equipe Stefano Domenicali.

A reunião com Max Mosley, cujo filho morreu na semana passada, tem como objetivo pôr fim a uma polêmica que ameaça dividir a Fórmula 1.

"Acho que esse é um dia muito importante, todos sentem que precisamos encontrar uma solução que faça sentido para as equipes independentes, as montadoras e a FIA", disse o diretor-executivo da Williams, Adam Parr, ao desembarcar no aeroporto de Heathrow para o encontro em Londres.

A FIA deseja introduzir um teto orçamentário opcional de 40 milhões de libras (60,50 milhões de dólares), que permitirá às equipes que o adotarem uma liberdade técnica maior do que os times que decidirem manter os gastos ilimitados. A entidade afirma que a medida é para salvar o esporte em meio à crise financeira global.

Ferrari, a também ex-campeã Renault, Toyota e as duas equipes da Red Bull ameaçaram deixar o esporte caso o teto seja mantido, argumentando que o campeonato seria dividido em duas categorias. O prazo final para inscrições na próxima temporada da F1 se encerra em 29 de maio.

(Reportagem de Alan Baldwin)

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