De volta, Alonso revela não estar 100% e vê evolução na McLaren

Fora do GP da Austrália em razão dos efeitos de um acidente durante a pré-temporada da Fórmula 1, Fernando Alonso fez a sua reestreia oficial pela McLaren, durante os treinos livres do GP da Malásia. O espanhol admitiu que não está completamente em forma após ficar mais de um mês afastado das pistas, mas celebrou o seu retorno.

Estadão Conteúdo

27 Março 2015 | 11h21

"É ótimo estar de volta ao carro. Eu gostei muito de pilotar hoje. Talvez eu não esteja 100% em forma depois de duas semanas no sofá e duas semanas fora do carro, mas estou em forma o suficiente para aproveitar", disse Alonso, que terminou a sexta-feira apenas na 16ª colocação. 

Mesmo assim, o espanhol fez um balanço positivo do desempenho da McLaren no primeiro dia de atividades do GP da Malásia. Alonso destacou que não teve problemas na sexta-feira, o que foi recorrente durante a pré-temporada, exaltando a confiabilidade do carro. 

"Hoje realmente senti como um segundo dia de testes para mim. Eu tiVE um dia sólido de treinos em Barcelona durante o inverno, quando eu fiz 63 voltas, e consegui dar 45 hoje. Além disso, corremos com zero problemas, de modo que é um passo importante também", afirmou. 

Assim, Alonso acredita que a McLaren está em evolução, embora a equipe esteja entre as mais lentas da Fórmula 1 nesse momento. "Estamos melhorando o pacote aerodinâmico, ganhando uma maior compreensão do motor, e também temos uma melhor interação entre todos os que trabalham no carro. Cada volta é uma curva de aprendizado para nós", disse. 

Alonso avaliou que o carro é fácil de dirigir, o que lhe dá confiança de tentar atingir o limite de desempenho, mas lembrou que serão necessários ajustes para a disputa do treino de classificação do GP da Malásia neste sábado. "O carro parece consistente e fácil de dirigir, e está me dando a confiança necessária para levá-lo limite. Tivemos alguns problemas com a frenagem hoje, mas devemos conseguir resolver durante a noite. Eu me sinto ótimo, gostei muito de hoje", comentou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.