José Méndez/EFE
José Méndez/EFE

Diretor de prova da F-1 defende comissários após polêmica com Verstappen

Charlie Whiting rebateu nesta sexta-feira as declarações do holandês

Estadão Conteúdo

27 Outubro 2017 | 17h02

Diretor de prova da Fórmula 1, Charlie Whiting rebateu nesta sexta-feira as declarações do holandês Max Verstappen sobre a polêmica ocorrida no GP dos Estados Unidos, no fim de semana passado. O piloto da Red Bull reiterou que não merecia ser punido por manobra na volta final da prova disputado em Austin.

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Verstappen também reclamou da atuação dos comissários daquela prova, que decidiram aplicar punição sobre ele logo após o fim da corrida. O holandês chegara em terceiro lugar, após a manobra polêmica sobre o finlandês Kimi Raikkonen, mas perdera a vaga no pódio por conta da sanção - ficou na quarta colocação.

"No final das contas, acho que as acusações de inconsistência são sem fundamento", disse Whiting, nesta sexta, no México. Ele se referia às reclamações de Verstappen em relação à ultrapassagem sobre Raikkonen. O holandês argumentara que outros pilotos haviam feito manobras semelhantes sem sofrer qualquer punição.

"Temos que adotar uma postura pragmática quanto a isso. Foi a única vez em que claramente um piloto ganhou vantagem sobre outro. E o piloto foi penalizado", justificou Whiting. "Nós podemos analisar uma volta específica, aquele mini setor, e você consegue ver se um piloto ganhou ou não vantagem na manobra [por sobre a zebra]."

A punição a Verstappen ganhou mais contornos de polêmica em razão da reação do piloto após a punição. Irritado, ele afirmara que a decisão era "estúpida" e havia chamado um dos comissários de "idiotas", entre outras palavras agressivas.

Quatro dias depois, na quinta, o piloto evitou se desculpar. No entanto, reconheceu que exagerou nas palavras escolhidas. "Claro que as palavras não foram as corretas. Eu não posso mudar isso agora. Eu não quis ofender ninguém. Se quisesse, teria nomeado cada um dos comissários", afirmou o holandês de 20 anos.

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