Dirigente da FIA preferia exclusão da McLaren e de seus pilotos

Max Mosley confessa que apenas uma minoria Conselho Mundial era favorável à decisão

26 de outubro de 2007 | 15h14

Max Mosley, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), reiterou, nesta sexta-feira, que ele preferia que a escuderia McLaren e seus pilotos, Fernando Alonso e Lewis Hamilton, tivessem sido excluídos do campeonato de Fórmula 1 por causa da espionagem da Ferrari.   Mosley contou em Paris que ele estava com "uma minoria" do Conselho Mundial em favor de "uma exclusão total da McLaren e de seus dois pilotos". Mas especificou que agora está satisfeito que "os pilotos tenham conservado seus pontos". "Sem isso não teríamos assistido a estas três últimas corridas fantásticas".   A McLaren em primeira instância foi sancionada levemente e o presidente da FIA recorreu. Finalmente, em apelação a escuderia britânica perdeu todos os pontos que tinha conseguido no campeonato de fabricantes, enquanto o espanhol Alonso e o britânico Hamilton conservaram sua pontuação.   Ambos lutaram até o último grande prêmio pelo campeonato de pilotos, que finalmente foi vencido pelo finlandês Kimi Raikkonen da Ferrari.

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