Em 11.º no grid, Barrichello tem motor do carro trocado

Por 33 milésimos de segundo, o brasileiro Rubens Barrichello não conseguiu passar para a última sessão do treino classificatório para o GP da China de Fórmula 1, na madrugada deste sábado. No entanto, apesar do 11.º lugar no grid de largada, este não foi o maior problema do dia para o piloto, já que sua Williams precisou ter o motor trocado.

AE, Agência Estado

17 de abril de 2010 | 08h50

"A gente teve de trocar o motor, deu problema no treino da manhã (de sábado). O treino foi bom para nós, é só uma pena que nós estamos falhando no último minuto do Q2. Tudo é tão apertado neste momento e, por mais que você pense sobre isso, aquela é a hora de conseguir o melhor para ficar perto dos primeiros. Era uma grande volta, mas estou feliz com o que eu fiz nesta tarde", disse Barrichello em entrevista à TV Globo.

Ele conta que não tem feito tempos mais rápidos nos treinos livres porque a Cosworth, fabricante do motor da Williams, pede para preservá-lo. "Aí na classificação, quando a gente usa todos os giros, consegue andar melhor. Na sexta anda devagar porque a Cosworth não libera tudo. No sábado, com pouca gasolina, o carro cresce", esclareceu o brasileiro.

A troca de motor não gera punição porque está dentro do limite de oito motores por piloto estipulado para esta temporada da Fórmula 1. Outro problema para Barrichello é que parte do equipamento da Williams - e de outras equipes - ficou preso na alfândega chinesa e assim a escuderia inglesa não pôde fazer atualizações no carro.

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