Em coma induzido, Michael Schumacher vai demorar para acordar

Hospital nega os boatos da internet que anunciavam a morte do heptacampeão de Fórmula 1

O Estado de S. Paulo

06 de fevereiro de 2014 | 22h04

GRENOBLE - Após a onda de boatos na internet e nas redes sociais sobre a morte de Michael Schumacher, o Hospital de Grenoble, na França, onde o piloto está internado, informou nesta quinta-feira que o heptacampeão de Fórmula 1 está vivo. "O hospital nega que Michael Schumacher esteja morto", declarou um porta-voz do hospital.

Desde o grave acidente de esqui, no dia 29 de dezembro do ano passado, quando caiu e bateu a cabeça em uma pedra, o ex-piloto da Ferrari está internado em coma induzido. O último comunicado da assessoria de Schumacher confirmou as especulações de que os médicos deram início ao processo para acordá-lo. Segundo o anúncio, o procedimento poderá levar muito tempo.

PROBLEMAS NA RED BULL

O engenheiro Adrian Newey reconheceu que "não tem ideia" se poderá solucionar os problemas do RB10 para o Mundial deste ano. Nos primeiros testes em Jerez de la Frontera, problemas elétricos e superaquecimento no motor fizeram com que Sebastian Vettel e Daniel Ricciardo completassem, somados, apenas 21 voltas nos quatro dias de atividades.

"Realmente não tenho ideia se poderemos resolver os problemas de forma satisfatória", afirmou ao jornal alemão Bild. O assessor Helmut Marko minimizou a crise. "O conceito é bom. Estamos apenas na primeira semana de testes", disse.

O desempenho da campeã causou estranheza nos rivais. "Estou surpreso. Problemas no primeiro e no segundo dias de testes são esperados, mas terminar a semana com baixa quilometragem é algo que não esperávamos da Red Bull", disse Toto Wolff, diretor da Mercedes.

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