Em Interlagos, chefes de equipe defendem calendário longo na Fórmula 1

A temporada da Fórmula 1 de 2015 chegará ao fim com 19 corridas e a categoria já se prepara para uma ainda mais longa no próximo ano. Em 2016 será o campeonato mais extenso da história, com o acréscimo de duas etapas, em um total de 21 provas entre março em novembro. Porém, segundo alguns chefes de equipes, o campeonato mais extenso é melhor por ser mais prazeroso e gerar mais competição.

CIRO CAMPOS, Estadão Conteúdo

14 de novembro de 2015 | 08h41

"O ano tem 52 semanas, então devemos correr 26 provas. Se você está cansado, que fique em casa", comentou o diretor esportivo da Toro Rosso, o austríaco Franz Tost. "Pode até ser um temporada longe, mas acho, honestamente, que assim nos mantemos na ativa. Pode até ser cansativo, só que ao mesmo é desafiador e me agrada", disse Federico Gastaldi, chefe da Lotus.

As novidades para 2016 são o retorno do GP da Alemanha, em Hockenheim, e a estreia da prova em Baku, capital do Azerbaijão. O circuito de rua vai receber o GP da Europa no dia 19 de junho. O campeonato terá início no dia 20 de março, na Austrália, e só vai terminar oito meses depois, em 27 de novembro, em Abu Dabi. O Brasil continua como o penúltimo compromisso do calendário, em 13 de novembro.

Segundo o engenheiro chefe da Red Bull, Paul Monaghan, por mais que a temporada longa traga cansaço e desgaste para as escuderias, o benefício é sempre se manter competitivo pela sequência de compromissos em sequência. "Os desafios vêm no domingo, depois no outro e a adrenalina continua em alta. Assim, você esquece de tudo, porque sempre vai ter corrida", afirmou.

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