Sebastião Moreira/EFE
Sebastião Moreira/EFE

Em sétimo, Helinho diz que 7 é seu número de sorte na Fórmula Indy

'Ficar entre os dez no grid dá para pensar em vitória aqui', garante o brasileiro da Penske

MILTON PAZZI JR., Agência Estado

30 de abril de 2011 | 17h04

SÃO PAULO - Longe do ideal, mas o melhor dos brasileiros. Assim se resume a situação de Hélio Castroneves após a definição do grid de largada da etapa de São Paulo da Fórmula Indy, neste sábado. Eliminado na segunda fase, vai sair na sétima posição neste domingo, no circuito do Anhembi.

"Dizem que sete é numero de sorte. Eu queria largar melhor, conseguiria tirar nas curvas, nas retas, as diferenças. Melhorando o carro, dá para tirar esses três décimos (que foi a diferença para conseguir se classificar para a superpole", afirmou, em entrevista à Bandeirantes.

A situação não é ruim para ele pensando na corrida. "Ficar entre os dez no grid dá para pensar em vitória aqui. Sem dúvida é completar a primeira curva, a reta da Marginal é muito longa e você pode ultrapassar lá", emendou o piloto.

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