David Ebener/EFE -01/01/2014
David Ebener/EFE -01/01/2014

Empresária afirma que estado de Michael Schumacher é estável

Pela primeira vez desde a internação, comunicado não traz a palavra 'crítico' para descrever quadro

AE-AP, Agência Estado

17 de janeiro de 2014 | 14h30

FRANKFURT - Após mais de uma semana sem informações oficiais sobre o quadro clínico do alemão Michael Schumacher, a empresária do ex-piloto de Fórmula 1, Sabine Kehm, se pronunciou nesta sexta-feira, através de um comunicado, sobre as condições do alemão e disse que a situação é "estável", mesmo que não tenha dado maiores detalhes sobre o dono de sete títulos mundiais, em estado de coma induzido desde a sua internação.

Pela primeira vez, porém, o comunicado sobre o estado de Schumacher não traz a palavra "crítica" para descrever a condição do dono de sete títulos mundiais na Fórmula 1, que se acidentou no dia 29 de dezembro, quando esquiava no Alpes franceses, e bateu com a cabeça em uma pedra, o que provocou graves lesões cerebrais.

"A família de Michael está muito contente e confiante com o trabalho do grupo de médicos que atende a Michael, e confiam plenamente neles. A condição de Michael, todavia, é considerada como estável", afirmou Kehm.

A declaração da empresária foi a primeira desde que a esposa de Schumacher, Corinna, fez um apelo pedindo para que família fosse deixada em paz, no dia 7 de janeiro. Kehm repetiu que "qualquer informação em relação à saúde de Michael não vinda dos médicos que tratam dele ou pela sua equipe deve ser tratado como pura especulação".

Os médicos que tratam de Schumacher no Centro Hospitalar Universitário de Grenoble, na França, não comentam sobre a sua condição desde 6 de janeiro, quando eles disseram que o estado de saúde ainda era considerado crítico.  Assim, sem maiores detalhes, o que se sabe é que Schumacher segue em estado de coma induzido e passou por duas cirurgias desde a sua internação por causa das graves lesões sofridas no seu cérebro. Agora, porém, pela primeira vez não se disse que o seu quadro clínico é "crítico".

Maior campeão da história da Fórmula 1, com sete títulos mundiais conquistados, sendo dois pela Benetton e cinco pela Ferrari, Schumacher se aposentou definitivamente do automobilismo em 2012, após somar 91 vitórias.

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