Roman Rios/EFE
Roman Rios/EFE

Equipes devem definir rumos após GP de Cingapura

Resultado deve orientar táticas das escuderias para as próximas seis provas

LIVIO ORICCHIO - Enviado especial, O Estado de S. Paulo

19 de setembro de 2013 | 07h30

CINGAPURA - Se o retrospecto do GP de Cingapura servir para projetar o que pode ocorrer no fim de semana, Fernando Alonso, da Ferrari, e Lewis Hamilton, Mercedes, deverão ver Sebastian Vettel, da Red Bull, ampliar ainda mais a diferença de pontos que já impõe aos dois no campeonato. O tricampeão do mundo venceu as duas últimas edições, 2012 e 2011, e em 2010 recebeu a bandeirada em segundo, a 293 milésimos do vencedor, Alonso.

Mas a prova tem grande importância não apenas por quase poder definir Vettel como tetracampeão, pois hoje sua diferença para Alonso, o vice-líder, já é de 51 pontos (222 a 169) e para Hamilton, terceiro, 81 (222 a 141), como também para determinar a estratégia nas seis corridas seguintes por Ferrari, Mercedes e Lotus, que têm pilotos com chances de chegarem ao título. Kimi Raikkonen, da Lotus, ocupa a 4.ª colocação, com 134.

“Cingapura é decisivo para nós”, afirmou Alonso. “Como usamos muita pressão aerodinâmica, veremos o quanto avançamos para sabermos se nas etapas finais teremos um carro rápido.” O primeiro treino livre começará, amanhã, às 7 horas, 18 horas em Cingapura. A classificação, sábado, será às 10 horas e a largada, domingo, às 9 horas, horários de Brasília.

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