Robert Ghement /EFE - 15/10/2009
Robert Ghement /EFE - 15/10/2009

Esconder dados de Button é difícil, admite Rubinho

Brasileiro afirma que gostaria de estar disputando o título da Fórmula 1 com alguém de outra equipe

MILTON PAZZI JR. E WILSON BALDINI JR., estadao.com.br e O Estado de S. Paulo

15 de outubro de 2009 | 18h23

SÃO PAULO - O ajuste aerodinâmico é um dos pontos mais importantes para um carro na Fórmula 1. Para vencer, mesmo uma mudança de milímetros pode ser decisiva. Na Brawn GP, porém, isso não faz muita diferença neste momento de briga pelo título da temporada: não há segredo entre Rubens Barrichello e Jenson Button, o que faz com quem um saiba os dados técnicos do outro.

 

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"É difícil esconder o que estou fazendo do Button. Até se eu quisesse seria difícil, porque ele vai lá e olha os dados, os engenheiros trocam informações. Neste sentido, eu até preferia estar disputando o título com alguém de outra equipe", admitiu Rubinho, que aparece em segundo lugar no campeonato, 14 pontos atrás do líder Button (85 a 71).

A troca de informações técnicas é constante. Como aconteceu no passeio pela pista de Interlagos, nesta quinta-feira, quando Rubinho, Button e o chefe Ross Brawn caminharam pelo circuito para estudar detalhes do trajeto. "Andamos para passar informações aos engenheiros, é bom. Eles sentem melhor como é a pista. Interlagos é uma pista suave, mas desnivelada", explicou o piloto brasileiro.

Ao falar que tem uma boa relação com seu companheiro de equipe, Rubinho também comentou sobre a dupla que o brasileiro Felipe Massa e o espanhol Fernando Alonso vão formar no ano que vem na Ferrari. "Consigo ver muitas faíscas nessa relação, são dois pilotos latinos, sempre competitivos", avaliou o piloto da Brawn GP, que deve se transferir para a Williams.

EMOÇÃO  Rubinho também contou na entrevista coletiva que deu nos boxes da Brawn GP, nesta quinta-feira, que está ansioso para acelerar na pista. "Não consigo esperar a hora de ouvir o torcedor. O bom aqui é que o brasileiro torce para o piloto, ao contrário dos italianos (que torcem pela Ferrari)", disse o piloto, que participa dos treinos do GP do Brasil a partir desta sexta, em Interlagos.

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