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Falida, Marussia pode dar 'calote' de R$ 70 milhões na Ferrari

Escuderia italiana forneceu motores para o time que fechou; McLaren também deve ser prejudicada e perder R$ 30 milhões

O Estado de S. Paulo

30 de dezembro de 2014 | 13h48

Duas grandes equipes da Fórmula 1 devem sentir o impacto financeiro da falência da Marussia. De acordo com o jornal britânico "The Telegaph", a saída da escuderia vai fazer com que Ferrari e McLaren deixem de receber juntas cerca de R$ 100 milhões, já que ambas são credoras e forneceram serviços à Marussia.

A equipe italiana tem a receber cerca de R$ 70 milhões por ter sido a fornecedora dos motores usados em 2014. Já a McLaren, prestou serviços de engenharia. A grave crise financeira fez a Marussia fechar as portas e demitir seus 200 funcionários no começo de novembro, quando não achou novos investidores e anunciou ainda a interrupção de pagamentos a credores.

A escuderia esteve de fora das últimas três provas da temporada de 2014, nos Estados Unidos, Brasil e Abu Dabi. Na lista das equipes relacionadas para a próxima temporada a Marussia não aparece e em seu lugar está a estreante Manor Grand Prix, que ainda não anunciou a formação da dupla de pilotos.


O começo da Marussia na Fórmula 1 foi em 2010, com o nome de Virgin. Duas temporadas depois, o time mudou de nome e em cinco temporadas, a equipe somou pontos apenas em uma ocasião. No GP de Mônaco de 2014 o francês Jules Bianchi chegou em nono lugar e conquistou dois pontos no Mundial de Construtores.

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