Lajos Soos/EFE
Lajos Soos/EFE

Felipe Massa segue em coma induzido e sem previsão de alta

Brasileiro passará por mais avaliações e não corre risco de morte iminente, reforça o médico Dino Altman

Livio Oricchio, O Estado de S. Paulo

26 de julho de 2009 | 19h29

BUDAPESTE - Os médicos manterão Felipe Massa no coma induzido até esta segunda, 48 horas depois do ocorrido na curva 4 do circuito Hungaroring nos treinos de sábado do GP da Hungria de Fórmula 1. "Massa vai iniciar breves períodos de vigília. Depois, esses espaços de tempo (acordado) serão aumentados", conta o diretor-médico do GP do Brasil, Dino Altman.

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Se o quadro se mostrar estável, a possibilidade de complicações passará a ser menor. "É importante dizer que estamos diante de um traumatismo craniano que sempre representa risco por não podermos prever algumas reações tardias", faz questão de lembrar Altman, que acompanha o brasileiro ao lado de Bozlo Peter, o médico do Hospital Militar de Budapeste.

Mas também afirmou: "Temos indicações importantes, como os resultados favoráveis das duas tomografias, sem lesões cerebrais, e a consciência que Massa demonstrou nos instantes de redução do coma, que nos enchem de ânimo. 24 horas depois do acidente, sem complicação, chegamos à conclusão de que esse risco iminente (de morte) não existe", diz.

Não há previsão de alta, mesmo se tudo continuar indo clinicamente bem para Massa, e muito menos de quando o piloto poderá retornar ao cockpit. Mas, na hipótese de tudo transcorrer favoravelmente e diante de não haver danos ao tecido nervoso, 60 dias seriam o prazo para reiniciar as atividades que o levariam a pilotar um carro de F-1 de novo, segundo Altman.

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