Rafa Rivas/AFP
Rafa Rivas/AFP

Fernando Alonso admite que ficar em 2.º no GP da Europa 'seria bom'

Espanhol destacou que o importante é mostrar consistência e ser regular ao longo do campeonato

AE, Agência Estado

21 de junho de 2012 | 12h26

VALÊNCIA - Vice-líder do Mundial de Fórmula 1, apenas dois pontos atrás do líder Lewis Hamilton, da McLaren, o espanhol Fernando Alonso admitiu nesta quinta-feira que ficar na segunda posição no GP da Europa, no próximo domingo, em Valência, seria um bom resultado, tendo em vista o atual panorama de equilíbrio vivido na categoria. Ele destacou que o importante é mostrar consistência e ser regular ao longo do campeonato, que até aqui teve sete vencedores diferentes em sete corridas.

"Seria bom vencer aqui na Espanha, mas em um campeonato como este, o segundo lugar também seria bom, embora em um dia como hoje, uma quinta-feira, você sempre almeje uma vitória", ressaltou o piloto da Ferrari, para depois lembrar que a vontade de ganhar em sua terra natal é um fator extra de motivação. "Queremos ganhar, especialmente aqui na Espanha, diante de nossos torcedores, e vamos tentar fazer o melhor possível para isso", completou.

E, enquanto Alonso segue fazendo um bom campeonato, Felipe Massa continua penando na Ferrari, pela qual marcou apenas 11 pontos em sete provas neste Mundial. Com o fato, continuam os rumores sobre a possível saída do brasileiro da escuderia em um futuro próximo. E, para completar, Stefano Domenicali, diretor da equipe, admitiu na última terça que Sebastian Vettel poderia dividir com Alonso a condição de companheiros ferraristas, após o término do contrato do alemão com a Red Bull, no final de 2014.

O espanhol, porém, minimizou essa possibilidade de fazer dupla com Vettel no futuro. "Os rumores em torno da Ferrari são sempre os mesmos. Quando ganhei o meu primeiro Mundial, em 2005, com a Renault, já diziam que eu iria assinar contrato imediatamente com a Ferrari. E eu não cheguei à Ferrari até 2010. Assim como dizem que Sebastian vem agora, igualmente eu acho que talvez só poderá vir em cinco anos. Mas não estou preocupado com isso", garantiu o espanhol, que prefere focar no trabalho realizado hoje dentro da equipe.

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