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Ferrari e McLaren criticam safety car e buracos em Cingapura

Principais escuderias da Fórmula 1 ficam descontentes com a pista do Grande Prêmio realizado neste domingo

EFE,

30 de setembro de 2008 | 16h52

As escuderias de Fórmula 1 Ferrari e McLaren criticaram nesta terça-feira a entrada do safety car, que decidiu o Grande Prêmio de Cingapura no último domingo, e se queixaram dos buracos na pista do novo circuito de rua.Segundo declarações do presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, ao jornal italiano Gazzetta dello Sport, "a entrada do safety car encurta as distâncias entre os pilotos e torna algumas corridas imprevisíveis, o que atrapalha o esporte".O italiano também se queixou dos buracos nas pistas de rua de Cingapura e também da de Valência, sede do GP da Europa. Para ele, "a proliferação destes circuitos aponta um futuro ruim para a Fórmula 1".Em comunicado, o diretor-executivo da McLaren, Martin Whitmarsh, disse que a pista foi "o fator surpresa" deste GP. Ele insistiu na questão do safety car, " que em muitas ocasiões proporciona certa vantagem a alguns pilotos em relação a seus rivais, apesar de ser um pouco uma loteria"."O safety car é uma dessas variáveis que tendem a se compensar ao longo da temporada: às vezes beneficia, outras não", assinalou Whitmarsh. O diretor-executivo da escuderia disse ainda que, para o próximo ano, deveriam ser trocadas a entrada e saída do pit Lane em Cingapura, situando-as mais longe dos vértices das curvas.Em Cingapura, o piloto brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, foi um dos mais prejudicados pela entrada do safety car, que o fez perder a grande vantagem na liderança e mudou todo o panorama da corrida.

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