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FIA considera liberar motor Honda para desenvolvimento

Entidade e montadora japonesa começam a entrar em acordo sobre permissão para empresa não 'congelar' o aprimoramento neste ano

O Estado de S. Paulo

15 de janeiro de 2015 | 08h47

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) começa a admitir a possibilidade de flexibilizar a regra da Fórmula 1 de congelar o desenvolvimento dos motores. Em reunião nesta quarta-feira com representantes da Honda, a principal interessada no assunto, a entidade tem se mostrado mais aberta a rever a sua decisão, segundo a revista britânica Autosport.

A montadora japonesa esteve reunida com o diretor de prova da Fórmula 1, Charlie Whiting, para tentar esclarecer um imbróglio do regulamento para a temporada. Um brecha levou a FIA a permitir que as equipes pudessem alterar até 48% dos motores ao longo de 2015, porém fixou a data de 28 de fevereiro como limite para a homologação do motor da Honda, que retorna à categoria como fornecedora da McLaren.

No entender da entidade, a montadora japonesa já teve tempo para desenvolver o motor em 2014, quando não estava na categoria, ao mesmo tempo em que as demais equipes não puderam. Na última temporada, o trabalho de aprimoramento das unidades propulsoras foi congelado. O ano marcou ainda a estreia dos motores V6 turbo.


As reuniões entre FIA e Honda devem continuar. Ainda não há decisão oficial, embora nesse primeiro momento o encontro tenha significado o começo de um acordo. A primeira corrida do ano será em 14 de março, na Austrália.

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