FIA e Ecclestone firmam novo Pacto de Concórdia na F1

Um novo acordo entre a entidade máxima do esporte a motor e os detentores dos direitos comerciais de Fórmula 1 foi aprovado e oficializado nesta sexta-feira, com validade até 2020. A Fórmula 1 vinha sendo disputada desde o final do ano passado sem um acordo, o Pacto de Concórdia, que define a estrutura sobre a qual equipes de Fórmula 1 participam do campeonato e dividem seus lucros.

AE-AP, Agência Estado

27 de setembro de 2013 | 09h42

Após meses de discussões difíceis entre as organizações, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a Formula One Group (FOM), disseram durante o fim de semana do GP da Hungria, em julho, que tinham chegado a um acordo sobre as bases de um novo contrato.

Em um comunicado divulgado nesta sexta-feira, a FIA disse que o contrato "já está em vigor após a aprovação dos respectivos órgãos de gestão das partes signatárias" e que "o acordo estabelece bases sólidas para o desenvolvimento da Fórmula 1".

A FOM, que tem Bernie Ecclestone como chefe-executivo, tem acordos com 10 das 11 equipes - a Marussia é a única exceção. "Podemos estar orgulhosos deste acordo", disse o presidente da FIA, Jean Todt. "A FIA espera continuar a cumprir o seu papel histórico garantindo a regulação e a segurança na Fórmula 1 por muitos anos".

Todt desejava que a FIA recebesse uma parcela maior dos lucros da Fórmula 1 e sua intenção teve êxito no novo Pacto de Concórdia. "Estou muito satisfeito que o acordo foi concluído", disse Ecclestone.

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