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Flavio Briatore diz que lutará para voltar à F-1

Italiano promete uma enorme festa quando por fim sair vitorioso se reverter o banimento

Mark Meadows, REUTERS

25 de setembro de 2009 | 11h58

MILÃO - O ex-chefe da Renault Flavio Briatore, banido da Fórmula 1, afirmou nesta sexta-feira que foi traído pela categoria e prometeu uma enorme festa quando por fim sair vitorioso.

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O extravagante italiano foi expulso em definitivo da F-1 essa semana por sua participação no acidente deliberado de Nelsinho Piquet no Grande Prêmio de Cingapura de 2008.

"No fim das contas eu vencerei e vocês verão, faremos uma grande festa", afirmou Briatore segundo o jornal La Repubblica. "Será bem organizada e convidaremos todos que estiveram ao meu lado nestes momentos difíceis".

"Fui traído pelo meu próprio mundo", acrescentou Briatore. "Eu falarei somente na hora certa, supondo que me permitirão falar".

O chefe comercial da categoria, Bernie Ecclestone, amigo e sócio de Briatore, afirmou que a expulsão é uma pena muito severa, opinião compartilhada pelo presidente da Ferrari Luca di Montezemolo.

Reportagens afirmam que Briatore irá apelar na FIA ou levar o caso para tribunais civis. "Olhem o veredicto que a FIA colocou no site na terça-feira. Não é sobre mim", pontuou.

A Renault sofreu novas consequências do escândalo na terça-feira quando os patrocinadores ING e Mutua Madrileña rescindiram seus contratos com efeito imediato.

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