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Fórmula 1 promete solucionar polêmica sobre limite de gastos

Bernie Ecclestone quer uma reação à crise financeira, mas reconhece que tarefa 'não será nada fácil'

EFE,

14 de maio de 2009 | 11h07

PARIS - O inglês Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1, garantiu que será encontrada uma solução ao problema da redução de custos e do limite orçamentário, que já levou cinco escuderias a ameaçar deixar a categoria.

 

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"Vamos encontrar uma solução", afirmou Ecclestone em entrevista publicada nesta quinta-feira, no jornal francês Le Figaro, um dia depois de a Renault manifestar intenção de sair. Ferrari, Toyota, Red Bull e Toro Rosso disseram que farão o mesmo caso as regras se mantenham.

Ecclestone evitou usar a palavra "ameaça" e confia nas negociações a serem realizadas a partir de amanhã entre ele, representantes das equipes e o também inglês Max Mosley, presidente da FIA.

"Sentados em torno da mesma mesa, vamos encontrar uma solução razoável no interesse de todas as partes. Mas reconheço que não será fácil", comentou o presidente da Formula One Management (FOM), detentora dos direitos comerciais da categoria.

O chefão da F-1 acha que a crise não é do esporte, e sim da economia mundial, e lembrou que a Renault tinha falado "claramente" que sairia se não houvesse uma redução de custos já no ano passado.

 

"Soubemos reagir (à crise) e tomamos medidas de economia. Não terminamos. Estamos em pleno processo de redução de custos", assegurou o britânico, apostando na fórmula "gastar menos e seguir sendo competitivo".

No último dia 29, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) aprovou unilateralmente um teto de 45 milhões de euros no orçamento das equipes, sem levar em conta salários dos pilotos, despesas de patrocínio e multas da FIA.

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