William WEST / AFP
William WEST / AFP

Fórmula 1 reitera veto a joias e correntes após Hamilton correr usando piercings

Piloto britânico reclama da decisão da FIA, ao afirmar que possui acessórios que não poderia retirar para as corridas

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de abril de 2022 | 12h07

Os pilotos da Fórmula 1 voltaram a ser informados pela FIA que estão proibidos de usar joias, brincos e piercings durante as corridas. Um dos principais afetados, Lewis Hamilton, da Mercedes, reclamou da decisão da entidade, afirmando que possui piercings impossíveis de retirar. "Tenho vários piercings que pouca gente conhece, e realmente não posso retirá-los (antes das corridas)", exclamou o britânico após ser perguntado sobre a proibição. "Mas é a mesma regra de sempre, então nada de novo".

Não se trata de uma regra nova, mas um lembrete após diversos pilotos serem vistos portando joias enquanto estavam dentro de seus cockpits. A regra, incluída no regulamento, afirma que "levar joias, como piercing e colares no pescoço, está proibido durante as competições e pode ser verificado antes do início da corrida".

Essa regulamento foi relembrado antes do GP da Austrália, que ocorre neste fim de semana, através de nota publicada pelo novo diretor de corrida da FIA, Niels Wittich. Ele ocupa o cargo após a demissão de Michael Masi, em consequência das escolhas tomadas durante a realização do último GP da temporada passada, em Abu Dhabi.

A proibição, criticada pelos pilotos, foi introduzida em 2005, como medida de segurança para reduzir o risco de lesões aos competidores quando precisam sair do carro após um acidente. Apesar disso, ela não é seguida a risca pelos atletas, como é o caso de Lewis Hamilton.

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