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Furo em tubo de plástico no motor prejudica Bruno Senna

Com troca de motor e vazamento de óleo, piloto da HRT larga na 23.ª e penúltima posição em Albert Park

estadão.com.br

27 de março de 2010 | 03h53

Bruno Senna e a HRT (Hispania) não conseguiram atingir o objetivo em sua segunda corrida na Fórmula 1, que é completar uma sessão. Neste sábado, ele foi prejudicado por um furo em um tubo de plástico no motor e novamente ficou distante dos adversários. O desfecho: largará na 23.ª e penúltima posição do grid do GP da Austrália.

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O problema surgiu durante o terceiro e último treino livre. Ele teve de parar o carro no meio da sessão, no fim da reta dos boxes, e mesmo com uma troca de motor não teve sucesso. "[Tivemos de trocar] Porque teve um superaquecimento [no motor], foi só uma falha da equipe. Agora no qualifying [sessão classificatória] foi uma tubulação hidráulica, tinha um furinho, vazou óleo".

A crítica do brasileiro à equipe para ao se pensar que a HRT não teve tempo para treinos, pelos problemas financeiros. "A gente perdeu muita milhagem [com o vazamento no motor], essas coisas acontecem", completa, ainda em entrevista à TV Globo.

Ele conta ainda que a dificuldade, na pista, é que o carro escapa bastante de traseira e reforça o lado positivo. "O carro parece mais confiável. Na verdade, o que estamos sentindo falta é de pelo menos três dias de testes. Os problemas que estamos encontrando são típicos de um carro novo e que seriam naturalmente resolvidos nesses treinos."

A corrida australiana tem largada marcada para as 3 horas (de Brasília) deste domingo.

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