Wilton Junior/Estadão
Wilton Junior/Estadão

Governador do Rio sugere duas corridas ou alternância da F-1 no Brasil

Wilson Witzel também rebateu João Doria e disse que ele "está olhando para o próprio umbigo"

Fábio Grellet/RIO, O Estado de S.Paulo

26 de junho de 2019 | 21h12

Em meio à polêmica sobre qual cidade vai sediar o grande prêmio do Brasil de Fórmula 1 a partir de 2021, o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), afirmou nesta quarta-feira que o Brasil poderia ter duas provas por ano, e sugeriu ainda uma alternância entre Rio e São Paulo.

"Queremos dois grandes prêmios no Brasil. Nunca defendi tirar a Fórmula 1 de São Paulo. Acho que pode ter dois prêmios de Fórmula 1 no Brasil. Depende de a F-1 ter interesse", disse Witzel. "A Fórmula 1 pode até alternar: faz um ano no Rio de Janeiro, um ano em São Paulo. Eu quero que o Brasil ganhe. O Brasil não pode perder", continuou o governador, que nesta quarta almoçou com o prefeito Marcelo Crivella (PRB) no Palácio Guanabara, sede do governo do Estado, em Laranjeiras (zona sul).

Witzel criticou o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), que na terça-feira disse que só se chega a Deodoro (bairro da zona oeste do Rio onde seria construído um novo autódromo, para sediar a F-1) "a cavalo". "Ficar dizendo que chega a cavalo, não sei o quê… Isso é de uma ignorância de alguém que está olhando para o próprio umbigo. Eu não olho para o meu próprio umbigo, olho para o Brasil e os brasileiros", afirmou o governador do Rio

Crivella ironizou a crítica de Dória: "Quando Doria falou em cavalos, referiu-se aos cavalos dos motores dos carros da Fórmula 1 que vão correr em Deodoro".

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