EFE/Sebastião Moreira
EFE/Sebastião Moreira

GP do Brasil de F-1 tem dois médicos para cada piloto em Interlagos

Última quarta foi usada para treinar os profissionais

CIRO CAMPOS, O Estado de S. Paulo

11 de novembro de 2015 | 20h32

Durante o GP do Brasil de Fórmula 1, os pilotos terão à disposição quase dois médicos para cada um do grid. O número é para atender às exigências da FIA e contempla ainda a presença de 170 profissionais da saúde, que ficam de prontidão para casos de acidente.

Ao todo, 45 médicos com variadas especialidades ficam de prontidão no centro médico de Interlagos para atender emergências tanto com pilotos, como com integrantes das escuderias. A equipe de saúde tem desde neurologistas até cirurgiões especializados com queimaduras, e ainda dispõe de estrutura com banco de sangue e farmácia.

A preocupação com a segurança ganhou em 2015 mais um aliado. A organização comprou um protótipo de cockpit, fabricado pela própria FIA.

A quarta-feira foi de treinos dos paramédicos para a retirada e atendimento de possíveis acidentados, com o desafio de conseguir realizar o procedimento o mais rápido possível. "Todo esporte de altíssimos impacto, velocidade e energia é de risco. Por mais que a segurança aumente, o perigo vai continuar", disse o diretor adjunto do centro, Pedro Rozolen.

A Lotus só conseguiu ocupar seus boxes em Interlagos perto do fim da tarde desta quarta-feira. A equipe ficou impedida de usar o local até pagar os US$ 25 mil referentes aos custos.

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