Hamilton diz que vai aprender com problemas da Malásia

O inglês Lewis Hamilton afirmou que vai tirar lições do decepcionante desempenho que teve no GP da Malásia. Com problemas de estratégia e um acidente com o espanhol Fernando Alonso, o piloto da McLaren terminou a prova apenas na oitava colocação, depois de registrar o segundo melhor tempo no treino de classificação. Agora, espera dar a volta por cima no GP da China, que será realizado no próximo domingo em Xangai.

AE, Agência Estado

11 de abril de 2011 | 13h23

"É sempre melhor deixar um fim de semana decepcionante para trás, e, como sempre, vou tirar algo de positivo da experiência da Malásia e aprenderei com ele. Com a China apenas alguns dias depois, é a melhor forma possível para seguir em frente: eu já estou me jogando na minha preparação. Vou passar alguns dias treinando e voltar renovado para Xangai", afirmou.

Hamilton ressaltou que o GP da Malásia mostrou que a McLaren tem ritmo próximo ao da Red Bull. "O que foi mais encorajador é que o nosso ritmo ainda é extremamente forte. Jenson [Button] fez uma corrida fantástica e foi capaz de diminuir a diferença para Sebastian durante as voltas finais, e eu acho que nós temos o ritmo para continuar batalhando com a Red Bull neste fim de semana", disse.

Assim, Hamilton avaliou que a McLaren deixa a Red Bull sob pressão e sem direito a cometer erros. "Em ambas as corridas, vimos que a Red Bull não foi capaz de atingir seu pleno potencial, e eu acho que é importante que continuemos a pressioná-los para garantir que eles não podem se dar ao luxo de cometer erros", comentou.

Apesar do decepcionante desempenho na Malásia, Hamilton lembrou ter atingido um recorde no último domingo. "Alguém da equipe me disse que, de todos os pilotos na Fórmula 1 que correram apenas por uma equipe, eu sou agora o piloto que mais correu GPs. Disseram-me que Jim Clark pilotou 72 corridas pela Lotus e a Malásia foi a minha 73ª corrida com a Vodafone McLaren Mercedes", declarou.

Hamilton, que está na Fórmula 1 desde 2007, exaltou sua longa relação com a McLaren e a lealdade pela equipe inglesa. "Eu nunca vi uma corrida de Jim Clark, mas eu sei que ele vai ser sempre lembrado como um dos grandes, e como um piloto leal da Lotus. Lealdade é extremamente importante e eu tenho orgulho de ser mencionado no mesmo nível que ele. Isso só me dá ainda mais determinação para ficar ainda mais forte do que nunca", finalizou.

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