FIA/ Handout/ Reuters
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Hamilton promete passar a noite estudando como manter a pole no GP da Rússia

O traçado de Sochi não costuma favorecer o pole position na largada

Redação, Estadão Conteúdo

26 de setembro de 2020 | 14h36

Largar na frente na Fórmula 1 sempre é importante e decisivo. Mas a primeira posição no GP da Rússia, em Sochi, para o inglês Lewis Hamilton, vai lhe custar a noite de sono. O piloto da Mercedes promete passar a véspera da corrida "estudando como manter a pole após a largada".

Hamilton aposta que será arrastado assim que as luzes verdes se apagarem para mais uma largada na temporada e promete fazer de tudo para não ser engolido pela concorrência. Ele largará com pneus macios, enquanto que Max Verstappen e Valtteri Bottas, segundo e terceiro colocados, sairão com pneus médios.

"Sem dúvida, provavelmente vou ser arrastado amanhã (domingo). Ambos os carros contra os quais estou competindo estão no meio, então isso definitivamente vai tornar mais difícil vencer a corrida", observou o inglês.

Para Hamilton, sobreviver à largada e manter a primeira colocação será vital para igualar a marca de 91 vitórias do lendário alemão Michael Schumacher. "Vou sentar esta noite e tentar descobrir se há um tipo diferente de corrida para tentar manter minha posição", enfatizou. Fazer apenas uma parada nos boxes é uma das possibilidades.

"Vai ser uma luta. Não sei se vou optar por duas paradas. Improvável porque o pit lane é muito lento. Então, vou ter que cuidar desses pneus o máximo que puder", ressaltou o hexacampeão mundial.

Se Hamilton acha a pole position "perigosa" na Rússia, seu companheiro de Mercedes, Valtteri Botas, em terceiro, não lamenta a posição. Ao contrário, deixa no ar que foi estratégico.

"Talvez eu estivesse jogando e quisesse o terceiro lugar. Na verdade, é um bom lugar para começar. E também acho que estou com o pneu certo", garantiu um esperançoso Bottas.

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