Joan Monfort/AP
Joan Monfort/AP

Hamilton se diz feliz com melhora do carro, mas vê Mercedes atrás da Ferrari

Piloto da Mercedes vê crescimento durante testes e aponta equipe italiana como favorita na Fórmula 1

Redação, Estadão Conteúdo

01 de março de 2019 | 11h54

O inglês Lewis Hamilton buscará em 2019 o seu sexto título na Fórmula 1. Nesta sexta-feira, último dia dos treinamentos de pré-temporada, no circuito da Catalunha, em Barcelona, na Espanha, o piloto da Mercedes se mostrou feliz com o crescimento de rendimento de seu carro ao longo das atividades ocorridas na duas últimas semanas e crê que ainda há o que melhorar até o GP da Austrália, no próximo dia 17, em Melbourne, que abre o campeonato. Mas ainda vê a rival Ferrari na frente da escuderia alemã.

"Estamos aprendendo mais sobre o carro a cada dia. Os últimos dias têm sido particularmente bons. Melhoramos todas as vezes em que fomos à pista. Mas testes são testes, não há um prêmio para quem é mais rápido", disse Hamilton, nesta sexta-feira, em entrevista coletiva antes das últimas sessões de treinamentos em Barcelona.

O piloto inglês reconheceu que a Ferrari está mais forte para este ano e acredita que a Mercedes terá pela frente uma das mais difíceis temporadas na Fórmula 1. "A Ferrari é a mais rápida. Teremos a mais difícil batalha de todas pela frente. O ritmo da Ferrari é realmente muito, muito bom no momento. É o nosso maior desafio dos últimos anos", afirmou.

Nos treinos de pré-temporada, a Ferrari tem se destacado com os bons tempos obtidos pelo alemão Sebastian Vettel e pelo monegasco Charles Leclerc. Hamilton comentou que a vantagem da escuderia italiana sobre os demais está em torno de 0s5. "Acho que a diferença para a Ferrari é potencialmente de meio segundo. Mas não sabemos ao certo porque cada um anda com diferentes configurações de motor e carga de combustível. Penso que teremos de esperar por quatro corridas antes de sabermos onde estamos", revelou.

O inglês diz ter certeza que a disputa do título em 2019 não ficará restrita a ele e a Vettel, como nos anos anteriores. "Três equipes devem entrar na briga. Mas também tem outros times que estão crescendo e se aproximando, pelo que tenho percebido, o que é ótimo para a F1 e o campeonato", completou Hamilton.

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