Luke McGregor/Reuters - 15/5/2009
Luke McGregor/Reuters - 15/5/2009

Interesses coletivos devem prevalecer na F-1, diz Mosley

'A FIA, as equipes e nossos parceiros comerciais vão continuar trabalhando pelo bem-estar da F-1', diz

Agência Estado

20 de maio de 2009 | 16h22

PARIS - O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Max Mosley, mostrou satisfação com a decisão da Justiça francesa, que não aceitou o recurso da Ferrari contra as alterações no regulamento da Fórmula 1 para 2010, que preveem a adoção de um teto de gastos de 40 milhões de libras (cerca de R$ 127 milhões).

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"Nenhum competidor deve colocar seus interesses acima dos interesses coletivos e do esporte no qual participa", afirmou Mosley, que prometeu buscar uma solução que atenda aos interesses de todos. "A FIA, as equipes e nossos parceiros comerciais vão continuar trabalhando pelo bem-estar da F-1 em 2010 e nos anos seguintes", completou o dirigente.

A Ferrari já disse que não tem como se adaptar ao teto, e não aceita o item do regulamento que prevê a adoção de limitações técnicas e esportivas às equipes que desejarem gastar mais que o valor estipulado. Se não houver mudanças, promete deixar a categoria, que disputa desde sua fundação, em 1950. Renault, Toyota e o combo Red Bull/Toro Rosso fizeram ameaças semelhantes.

Ameaças que não assustam Mosley. "Se disséssemos que não podemos funcionar sem a Ferrari, eles poderia ditar todas as regras, e isso não pode acontecer", concluiu o dirigente. As equipes têm até o dia 29 para confirmar a inscrição para o Mundial de 2010.

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