Jean Todt diz que quer ser presidente da FIA

O ex-chefe da Ferrari Jean Todt anunciou nesta quinta-feira sua intenção de suceder Max Mosley como presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

ALAN BALDWIN, REUTERS

16 de julho de 2009 | 19h33

A decisão do francês Todt de disputar o cargo foi divulgada um dia depois de Mosley tê-lo indicado como a pessoa ideal para sua sucessão. Mosley se manteve no posto apesar da pressão para que renunciasse, após seu envolvimento em um escândalo sexual sado-masoquista, no ano passado.

A eleição está marcada para 23 de outubro e só há um outro candidato declarado, o finlandês Ari Vatanen, campeão mundial de ralis em 1981.

"Depois da decisão de Max Mosley de não disputar um novo mandato e seu inequívoco apoio à minha candidatura, escrevi à FIA para informar que quero me candidatar à presidência", disse Todt em um comunicado.

"Minha intenção é continuar e expandir o notável trabalho do presidente Mosley", acrescentou.

Todt comandou a Ferrari em sua época de ouro, quando Michael Schumacher conquistou cinco títulos seguidos, de 2000 a 2004. No comunicado ele também indicou sua equipe para disputar a presidência.

Os dois candidatos a vice-presidente são o neozelandês Brian Gibbons e o britânico Graham Stoker. O norte-americano Nick Craw foi indicado para presidir o Senado da FIA.

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