Eugene Hoshiko/AP
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Jenson Button projeta recuperação da McLaren para o GP da China

Piloto inglês afirma que carro deve apresentar evolução por ter novos componentes

Agência Estado,

12 de abril de 2013 | 12h49

XANGAI - Após duas corridas frustrantes neste início de temporada, Jenson Button aposta nas atualizações da McLaren para reagir na Fórmula 1 a partir do GP da China, em Xangai, neste fim de semana. Nesta sexta-feira, o inglês mostrou certa consistência ao ser o sexto mais rápido nas duas sessões livres.

"Trouxemos para cá alguns novos componentes que devem nos ajudar, não apenas aqui mas também no desenvolvimento futuro do carro", previu o inglês, que intensificou o trabalho na fábrica da McLaren desde o GP da Malásia, há três semanas. "Estas três semanas foram muito boas para nós porque pudemos analisar os dados coletados nas duas primeiras corridas".

Button não sabe contabilizar o quanto a McLaren vai evoluir no fim de semana, mas diz já sentir uma evolução na pista. "Temos novos componentes para as áreas onde ainda somos fracos e onde precisamos melhorar. Hoje tivemos uma manhã bem ocupada na tentativa de acertar a melhor configuração para o carro. Ainda não podemos falar qual será a evolução, mas posso dizer que já estamos indo para frente."

O inglês também conta com o clima mais estável de Xangai para tirar maior desempenho de sua McLaren. "O tempo estará mais ameno amanhã e no domingo, então isso deve nos dar alguma vantagem", afirmou Button, que sofreu com a alta umidade da Malásia na corrida disputada há três semanas.

Sem acompanhar o ritmo de Button, o mexicano Sergio Perez teve dificuldade em Xangai. Foi o 16º mais rápido na sessão inicial e o 11º, no segundo treino. "Não foi um dia fácil para mim. Saí da pista duas vezes e, em uma delas, acertei a barreira de proteção", avaliou.

O piloto, contudo, disse não se abalar com os contratempos. "Tenho certeza de que vamos melhorar amanhã. Vou começar do zero porque contarei com uma configuração completamente nova no carro. Isso deixará as coisas mais fáceis", projetou.

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