Vivek Prakash / Reuters
Vivek Prakash / Reuters

Kubica admite limitações, mas garante: 'Estou na minha melhor forma'

Polonês participou de testes no circuito de Yas Marina, em Abu Dabi

Estadão Conteúdo

28 Novembro 2017 | 17h10

O piloto polonês Robert Kubica aprovou nesta terça-feira o seu desempenho nos testes realizados pela Williams no circuito de Yas Marina, dois dias após a corrida da Fórmula 1 disputada na mesma pista, no GP de Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos.

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Forte candidato a ficar com a vaga do brasileiro Felipe Massa na equipe britânica, Robert Kubica completou nesta terça-feira 100 voltas no traçado do circuito dos Emirados Árabes Unidos. O polonês concorre com o alemão Pascal Wehrlein, o escocês Paul Di Resta e o russo Daniil Kvyat por um posto.

E, embora esteja afastado da Fórmula 1 desde 2010, após sofrer um grave acidente de rali às vésperas do início da temporada de 2011, Robert Kubica contou que está em excelente forma e garantiu que pode ter um bom desempenho em 2018.

"Foi um dia produtivo. Andei muito, testando vários pneus. A equipe está cansada pela temporada, mas me recebeu bem. Encontrei um ambiente ótimo", comentou Robert Kubica. "Provavelmente estou na minha melhor forma, melhor do que quando estava correndo em 2010".

Plenamente recuperado do grave acidente sofrido, que quase provocou a amputação de sua mão direita, Robert Kubica negou os comentários de que estaria inapto para correr na Fórmula 1. "Há gente dizendo que estou dirigindo com uma mão. Não estou dirigindo com uma mão. Acho que seria impossível dirigir com uma mão".

Ainda assim, o piloto ponderou que sofre com certas limitações. "Tenho algumas limitações e, então, de alguma maneira, meu corpo utiliza algumas compensações, o que não é errado. Somos seres humanos e nossos cérebros são utilizados para ajudar com alguns problemas em nossos corpos. É algo normal na vida".

A principal preocupação de Robert Kubica, segundo acrescentou, é se adaptar aos novos carros da categoria. "Estou começando quase do zero porque a Fórmula 1 mudou muito nos últimos sete anos", ponderou. "Mas a experiência que ganhei nos anos em que estava na Fórmula 1 vai me ajudar a superar o processo de aprendizagem mais rápido do que costumava ser no passado".

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