EFE
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Lesão no cérebro de Schumacher teria sido causada por câmera

Segundo o jornalista Jean Lous Moncet, do Canal +, a GoPro que estava no capacete foi responsável pelo agravamento do caso

O Estado de S. Paulo

13 de outubro de 2014 | 19h36

A real causa que deixou Michael Schumacher com uma grave lesão no cérebro ainda é alvo de especulação. Quase dez meses depois do acidente sofrido pelo ex-piloto, uma nova versão foi trazida à tona nesta segunda-feira. Segundo o jornalista francês Jean Lous Moncet, do Canal +, a câmera GoPro que estava no capacete do alemão foi responsável pelo agravamento da situação.

"A lesão de Michael não foi causada por qualquer golpe em uma pedra, mas pela câmera GoPro. O problema de Michael não foi exatamente o acidente, mas a câmera GoPro que ele tinha na sua cabeça, que feriu o seu cérebro", disse Moncet à Rádio Europe 1, ressaltando que o erro também está ligado ao posicionamento da câmera.

Schumacher teve graves lesões na cabeça depois do acidente que sofreu nos Alpes franceses, na estação de esqui de Meribel. Na ocasião, o capacete que ele usava chegou a rachar por causa do forte impacto que teve no momento da queda.


Com o alemão em estado grave, os médicos optaram por colocá-lo em coma induzido, para que seu cérebro pudesse repousar e que a inflamação e inchaço no local fossem reduzidas.

O heptacampeão também foi operado para eliminação de coágulos de sangue, mas alguns deles estavam muito profundos. Por isso, ainda é uma incógnita a sua situação neurológica. Schumacher deixou o hospital no começo de setembro depois de ficar 254 dias internado.

AÇÕES

As declarações de Moncet causaram forte queda nas ações da fabricante de câmeras GoPro. Ontem, elas despencavam 9,5% na bolsa americana Nasdaq. A empresa está na mercado de ações desde junho e chegou a levantar 427 milhões de dólares em sua oferta inicial pública de ações.

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