Mãe de Schumacher é enterrada

Michael Schumacher parecia resignado, mas Ralf chorou a maior parte do tempo. Os dois e mais apenas 12 pessoas acompanharam hoje no cemitério de Kerpen-Manheim o enterro de Elizabeth, mãe dos pilotos, falecida domingo em um hospital de Colônia, Alemanha. Um batalhão de fotógrafos e jornalistas foi mantido à distância por forte esquema de segurança. Tudo se desenvolveu como Michael e Ralf queriam: cerimônia simples, com a presença do pai, Rolf, separado da mãe desde 1997, e familiares bem próximos, além do empresário, Willi Weber. Antes do enterro, o pároco local rezou missa na igreja San Albano e São Leonardo, mas sem a presença dos dois. Elizabeth recebeu flores de muita gente, como o presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, o diretor-esportivo, Jean Todt, e o diretor geral da Renault, Flavio Briatore, o "descobridor" de Schumacher. Ninguém da Fórmula 1 esteve no enterro por solicitação dos pilotos. Na Itália, a Ferrari oficializou hoje que vai disputar a quinta etapa do Mundial, dia 4 na Espanha, com seu novo carro, o modelo F2003-GA. Depois de simular corridas com êxito, três dias seguidos, em Mugello, com Luca Badoer, o diretor-técnico Ross Brawn confirmou que o F2003-GA está pronto para a estréia. Pizzonia - O empresário do piloto, Jaime Brito, desmentiu hoje que o amazonense corre riscos na Jaguar. "A notícia partiu do assessor de imprensa (Nav Sidu) do time e não da diretoria, que me garantiu que o contrato será respeitado", afirmou Brito, dizendo ter solicitado providências contra Sidu.

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