Reprodução/Instagram
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Massa anuncia saída da equipe Venturi, na Fórmula E, e deixa futuro em aberto

Piloto indicou que deve deixar a categoria de carros elétricos se não surgir uma oportunidade numa das equipes de ponta da competição

Redação, Estadão Conteúdo

13 de agosto de 2020 | 20h38

Felipe Massa se despediu da equipe Venturi nesta quinta-feira, ao fim de sua segunda temporada na Fórmula E, e deixou em aberto o seu futuro. O piloto brasileiro indicou que deve deixar a categoria de carros elétricos se não surgir uma oportunidade numa das equipes de ponta da competição.

"Vou seguir o meu rumo. Vou pensar. Logicamente eu adoro correr, adoro competir. Isso é o que eu sempre fiz na minha vida. E, se tiver uma oportunidade bacana, onde eu me divirta e onde eu tenha aquilo que eu quero, que é um carro competitivo para lutar por vitórias e pelo campeonato, aí eu vou pensar duas vezes em continuar", declarou o piloto.

Massa encerrou sua segunda temporada na F-E apenas na 22ª colocação geral, com três pontos. Em sua estreia, na temporada anterior, foi até melhor, com o 15º posto e 36 pontos. Seu melhor resultado foi o terceiro lugar obtido na etapa de Mônaco no campeonato anterior, na casa de sua equipe. No total, ele disputou 24 corridas, sendo que em somente oito delas terminou entre os dez primeiros colocados.

"As duas últimas temporadas foram de aprendizado para todos nós e, infelizmente, por vários motivos, não alcançamos o que esperávamos. Apesar disso, foi muito divertido e desejo à equipe nada além de muita sorte para o futuro. Estou ansioso para anunciar meus planos futuros em breve", afirmou.

O contrato inicial de Massa com a Venturi era de dois anos, com opção de renovação por mais um. O ex-piloto de Fórmula 1, contudo, decidiu não seguir no time. "Sair de uma equipe nunca é uma decisão fácil de tomar. Deixamos boas memórias em conjunto e isso me deu a oportunidade de aprender algo completamente diferente do que estou acostumado", comentou.

A sexta temporada da Fórmula E foi encerrada nesta quinta-feira, com a sexta corrida seguida no aeroporto de Tempelhof, em Berlim. A concentração de provas na capital alemã - foram seis em apenas nove dias - foi a solução encontrada pela organização para finalizar o campeonato após longa paralisação causada pela pandemia do novo coronavírus.

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