Agência Petrobras
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McLaren festeja parceria com Petrobras e exalta tradição do Brasil na Fórmula 1

Estatal brasileira fornecerá em 2019 combustível e lubrificante para a escuderia

Estadão Conteúdo

20 de fevereiro de 2018 | 16h10

A McLaren festejou nesta terça-feira a parceria com a Petrobras. A estatal brasileira fornecerá em 2019 combustível e lubrificante para a escuderia na Fórmula 1. O acordo foi divulgado em evento realizado em São Paulo, e contou com os principais executivos das duas empresas.

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O diretor executivo da McLaren, Zak Brown, lembrou da tradição do País no automobilismo. "A paixão dos brasileiros pela Fórmula 1 é lendária e o país produziu alguns dos nomes mais icônicos da história da Fórmula 1. Por isso estamos muito felizes em aprofundar nossa relação com os fãs brasileiros de F1", comentou.

Na temporada 2018 da Fórmula 1, curiosamente, o Brasil não terá representantes nas pistas pela primeira vez desde 1970. O acordo com a Petrobras, em um primeiro momento, não prevê a chegada de brasileiros para ocupar o cockpit dos carros da McLaren.

O diretor de corridas da McLaren, Eric Boullier, elogiou a estrutura da Petrobras. "O desenvolvimento de combustível e lubrificante é uma contribuição importante para nosso objetivo primário de alcançar sucesso na Fórmula 1. E a Petrobras tem uma grande e bem sucedida experiência na Fórmula 1."

A Petrobras está fora da Fórmula 1 desde 2008, quando encerrou uma parceria que durou 11 temporadas com a Williams. A empresa brasileira também foi fornecedora de lubrificantes da Jordan por dois anos na categoria máxima do automobilismo, assim como estampou a sua marca nos carros da Williams, em um acordo apenas de patrocínio, entre 2014 e 2016.

No caso, este último acordo não foi renovado para a temporada de 2017 por causa do anúncio anterior da aposentadoria de Felipe Massa, que acabou adiando o seu adeus à F-1 para o final do ano passado.

Também esteve presente no evento de divulgação o presidente da Petrobras, Pedro Parente, que explicou um pouco o motivo de a estatal brasileira ter retornado à principal categoria do automobilismo.

"As tecnologias desenvolvidas para a Fórmula 1 serão transferidas para os produtos que oferecemos a nossos consumidores e estar na vanguarda do desenvolvimento de combustíveis e lubrificantes tem valor para a nossa empresa, seus acionistas e seus clientes", afirmou.

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