Leonhard Foeger/Reuters
Leonhard Foeger/Reuters

Mercedes domina treinos em dia marcado por cuidados e restrições na Fórmula 1

Lewis Hamilton é o mais rápido, enquanto categoria tem restrição de pessoas, máscaras e veto a entrevistas presenciais

Redação, O Estado de S.Paulo

03 de julho de 2020 | 12h00

O primeiro dia de Fórmula 1 de 2020 teve resultados na pista idênticos aos anos anteriores, mas com uma série de diferenças no ambiente. Se o piloto Lewis Hamilton dominou os dois primeiros treinos livres para o GP da Áustria, no entorno a categoria viveu um dia curioso. O novo coronavírus criou uma atmosfera de cuidados, arquibancadas vazias e poucos mecânicos.

A pandemia fez a Fórmula 1 criar uma cartilha específica de cuidados. Em vez de viajarem à Áustria com os cerca de 200 integrantes, as equipes puderam levar no máximo 80. Boa parte dos engenheiros permaneceu nas fábricas e realizou contatos com o circuito via videoconferência. Quem estava no autódromo, teve de usar máscara o tempo inteiro e passou por vários testes nos últimos dias.

Entre os cuidados tomados pela categoria, o principal é a restrição à circulação de pessoas. Em vez das 8 mil pessoas presentes no paddock das corridas entre jornalistas, mecânicos, funcionários e convidados, o número agora é de somente 2 mil. As arquibancadas também estiveram vazias. Não foi permitido vender ingressos, com medida de segurança ao contágio pela doença.

Até as entrevistas presenciais estão controladas. A maior parte dos contatos com a imprensa são feitos com a presença de membros das equipes. São eles quem recebem as perguntas dos jornalistas e as encaminham para os pilotos responderem. A mesma dinâmica de cuidados deverá valer pelas provas restantes previstas no calendário. Até agora só foram confirmadas oito etapas.

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