Fórmula 1
Fórmula 1

Mesmo com mudanças, Ricciardo aposta em Red Bull e Mercedes como favoritas na F-1

Piloto acredita que carros serão mais velozes e pneus mais largos

O Estado de S.Paulo

14 Fevereiro 2017 | 15h46

As mudanças técnicas nos carros da Fórmula 1 não devem alterar o atual equilíbrio de forças entre as equipes, avalia o piloto Daniel Ricciardo. Para o australiano, terceiro colocado no Mundial de Pilotos de 2016, Mercedes e Red Bull, seu time, devem continuar sendo as favoritas na briga pelo título na temporada 2017.

"Eu ainda acredito que Mercedes e Red Bull estarão nas primeiras posições no final [do campeonato]. Mas espero que em posições opostas", afirma Ricciardo, que só ficou atrás dos pilotos da Mercedes em 2016. O alemão Nico Rosberg faturou o título e o inglês Lewis Hamilton ficou com o vice-campeonato.

Para este ano, muitas mudanças devem surpreender os fãs. A começar pelos pneus mais largos, o que deve deixar também os carros maiores. Outras alterações técnicas vão aumentar a pressão aerodinâmica, o que deve deixar os monopostos de quatro a cinco segundos mais rápidos em comparação com o ano passado.

Nada disso, porém, deve mudar o panorama dos favoritos, aposta Ricciardo. "Acho que acontecerão mudanças, mas teremos que esperar para ver como isso vai alterar a ordem de forças. Os carros serão mais velozes, os pneus, mais largos, então isso deve trazer mudanças nos circuitos mais estreitos. Mas também deve deixar menos espaço para oportunidades de ultrapassagens", prevê o australiano.

Ricciardo afirma que o cenário dos favoritos e azarões da temporada começará a ficar claro durante os testes da pré-temporada, nas próximas semanas, em Barcelona. "Teremos alguns dias de testes... Todos sabemos que o período de tempo na pista é importante para o carro, para o desenvolvimento, mas também é importante para nós em termos físicos", diz o australiano, preocupado com as novas exigências físicas dos carros 2017 da F-1.

Mais conteúdo sobre:
Velocidade Ricciardo Fórmula 1

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.