Christophe Ena/AP
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Mosley e Ecclestone acham justa suspensão da pena à McLaren

Presidente da FIA e detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1 concordam com o julgamento desta quarta

EFE,

29 de abril de 2009 | 18h14

PARIS - O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Max Mosley, e Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1, consideraram justa a suspensão da pena à escuderia McLaren, que escapou de ficar de fora de três corridas pela boa vontade mostrada.

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O Conselho Mundial da FIA, reunido em Paris, suspendeu nesta quarta-feira a McLaren por ter mentido aos comissários do órgão durante o Grande Prêmio da Austrália de Fórmula 1, em março, mas a pena não será aplicada de imediato.

Segundo a Federação, a punição entrará em vigor caso apareçam novos elementos relacionados ao caso ou se a McLaren voltar a violar as regras da Fórmula 1 nos próximos 12 meses.

O Conselho Mundial levou em conta a atitude "aberta e honesta" do chefe de equipe da McLaren, Martin Whitmarsh, que expressou à FIA a "mudança de cultura" ocorrida na organização da escuderia.

Mosley negou que a McLaren tenha escapado de ser punida e lembrou que a escuderia perdeu os pontos obtidos pelo inglês Lewis Hamilton pelo incidente em Melbourne.

Além disso, ele considerou que as alegações apresentadas por Whitmarsh foram francas e causaram boa impressão.

"A McLaren mostrou uma mudança radical de atitude, não tem nada a ver com o que passou antes", comentou o presidente da FIA em referência à multa de 100 milhões de euros imposta há dois anos por ter espionado a Ferrari.

O dirigente se mostrou favorável a "esquecer" o incidente, mas lembrou que a McLaren estará sob vigilância durante os próximos 12 meses.

Por sua vez, Ecclestone afirmou que a McLaren recebeu uma advertência. "Eles precisavam disso", comentou.

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