Mosley: 'Novo caso de espionagem na F-1 acabará em expulsão'

Presidente da FIA diz que não admitirá caso semelhante ao ocorrido com a McLaren na temporada 2007

Efe,

22 de janeiro de 2008 | 13h24

O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o inglês Max Mosley, declarou que se alguma equipe for considerada culpada de espionagem no futuro será expulsa do Mundial de Fórmula 1. Em entrevista concedida ao site oficial do Mundial de F-1, Mosley diz que "se isto voltar a acontecer, a equipe envolvida, seja qual for ela, não poderá continuar no campeonato". "No caso de McLaren, todos se surpreenderam pelos US$ 100 milhões de multa, mas teria sido mais caro se a equipe tivesse sido expulsa da competição", acrescentou o presidente da FIA. "Não se pode colocar freio no que alguém tem em sua cabeça, mas o que podemos fazer é acabar com o trânsito de informações pela imprensa escrita ou eletrônica", afirmou. "Caso alguém use estas informações demonstrará que não é muito esperto, pois em uma equipe moderna de F-1 não se pode fazer nada sem deixar rastro. E nós encontraremos este rastro", declarou Mosley. A temporada de 2007 esteve marcada, sobretudo, pelo caso de espionagem da McLaren contra a Ferrari - além da multa, a equipe inglesa foi desclassificada do Mundial de Construtores.

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