Mosley pede desculpas, mas afirma que não renuncia

Presidente da FIA nega qualquer relação com o nazismo e reclama de invasão de sua privacidade

Redação

01 de abril de 2008 | 16h24

 Max Mosley, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), respondeu às acusações tornadas públicas no domingo pelo tablóide inglês News of The World, de participar de uma orgia sexual inspirada no nazismo com prostitutas.  Veja também: Mosley sofre pressão para deixar FIA após escândalo sexual "É contra a lei na maioria dos países publicarem detalhes sobre a vida pessoal de alguém sem uma boa razão. A publicação do News of the World foi uma invasão de minha privacidade e pretendo tomar ações legais contra o jornal", diz Mosley em uma carta enviada a todos os presidentes de clubes nacionais da FIA e aos membros do Conselho Mundial de Automobilismo Esportivo, informou o diário alemão Die Welt.  O presidente da Fia pediu desculpas sobre o que ele classificou de "situação embaraçosa", mas negou veementemente que o ato denunciado pelo New of The World teve qualquer conotação nazista. Um vídeo relacionado que foi publicado no site do tablóide (http://www.nowt.co.uk/) não estava mais disponível nesta terça.  Além disso, Mosley afirmou que não renunciará de seu cargo e que já recebeu "várias mensagens apoio de pessoas da FIA e da comunidade automobilística". Por conta do ocorrido, o presidente da FIA garantiu que não comparecerá ao GP dor Bahrein, próxima etapa da temporada da Fórmula 1 neste domingo.

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