Vincent Thian/AP
Vincent Thian/AP

Na China, Ferrari tenta provar retorno da competitividade

Escuderia e Vettel esperam novas idas ao lugar mais alto do pódio

O Estado de S. Paulo

08 de abril de 2015 | 18h20

 O GP da China, o terceiro da temporada 2015 da Fórmula 1, será preponderante para determinar o retorno da Ferrari às disputas na categoria. A vitória de Sebastian Vettel na Malásia, na segunda etapa do ano, foi a primeira da escuderia de Maranello desde 2013, quando Fernando Alonso ficou no lugar mais alto do pódio no GP da Espanha.

Apesar da conquista em Sepang, Vettel reconhece que foi auxiliado pela alta temperatura da prova, não suportada pelos adversários da Mercedes, Lewis Hamilton e Nico Rosberg, segundo e terceiro colocados respectivamente. "Eles provavelmente sofreram com o calor mais forte do que o esperado", afirmou o piloto da Ferrari após a corrida. Assim, as temperaturas mais amenas chinesas os trarão de volta à disputa.

O britânico bicampeão da Fórmula 1 reconheceu que teve "um fim de semana ruim na Malásia" e que "nada saiu como havíamos planejado". Hamilton e Vettel já despontam na liderança do campeonato, com o inglês três pontos à frente do alemão e a dez do terceiro colocado Rosberg.

O clima na Mercedes pode mudar, já que de oito participações no GP chinês, Lewis Hamilton ficou fora do pódio apenas duas vezes. Nos anos de 2008 e 2011, pilotando uma McLaren, e no ano passado, já pela Mercedes, Lewis ganhou a prova. 

ESPANHOL

Alonso, que não foi para a pista na Austrália e desistiu na etapa da Malásia, tentará pontuar pela primeira vez nesse ano. O piloto da McLaren já teve bons desempenhos na China, como as vitórias de 2005, com a Renault, e em 2012, com a Ferrari. Seu companheiro de equipe, Jenson Button, que também não completou o circuito australiano, também busca melhores posições.

BRASILEIROS

Ainda sem pódios nesta temporada, o brasileiro Felipe Massa é o quarto colocado no campeonato. Na última corrida, ele perdeu a quinta colocação na última volta para o companheiro da Williams, Valteri Bottas. Felipe Nasr, da Sauber, busca uma posição tão boa quanto a de sua estreia na Fórmula 1. Na corrida de duas semana atrás, o debutante foi o 11º a cruzar a linha de chegada.

O GP da China será disputado domingo, dia 12, em 56 voltas de 5.451 metros de extensão. O circuito de Shangai possui um traçado amplo, com curvas fechadas e longas retas, entre elas a maior do calendário, com 1.17 quilômetro. 

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