Na idade em que se pilota por prazer

Rosinei Campos, o "Meinha", dá risada quando lembra das histórias de mecânicos em Interlagos. Foram muitas: do ovo quebrado dentro do radiador para "tapar" furos às canetas Bic utilizadas como caninhos improvisados. "Não, não! Isso não tem mais! O automobilismo ficou muito profissional. Não que o brasileiro não siga criativo e inventivo, mas agora o máximo que pode acontecer é a gente trocar peça, emprestar. Hoje, por exemplo, o carro do box aqui do lado está com um câmbio emprestado do nosso carro reserva." Mas nem tudo mudou: o autódromo de Tarumã, aquele perto de Porto Alegre - aquele que os pilotos diziam correr de "crachá" porque voavam para fora e tinham de voltar correndo pelo portão principal... - continua difícil.Quase foi alvo de um boicote este ano pelas péssimas condições da pista. E também os pilotos. Vários da Stock Car, agora "V-8", são os mesmo de anos e anos. Que seguem se divertindo e fazendo muito sucesso. Leia a íntegra no JT

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.