Nasr tem grande chance de encostar no líder da GP2

Piloto da equipe Carlin larga neste sábado em quarto lugar

Livio Oricchio, enviado especial, O Estado de S.Paulo

26 de julho de 2013 | 13h43

BUDAPESTE - Felipe Nasr, da equipe Carlin, tem neste sábado a chance que procurava para reduzir significativamente a diferença que o separa do líder do campeonato, o monegasco Stefano Coletti, da Rapax. Nesta sexta feira, na definição do grid da primeira corrida da sétima etapa da GP2, no circuito Hungaroring, Nasr estabeleceu o quarto melhor tempo, enquanto Coletti, apenas o 18.º.

E isso depois de praticamente não ter treinado na sessão livre da manhã, por rodar, num dos seus primeiros erros desde a estreia na GP2 no ano passado. Na quinta-feira Nasr disse ao Estado estar confiante num bom fim de semana na Hungria por sua equipe ter um eficiente acerto básico para o carro. "O que não podemos, agora, é cometer outro erro de estratégia, como na última etapa (Alemanha)." Nasr parou muito cedo para substituir os pneus e perdeu várias colocações nas voltas finais.

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Coletti lidera a GP2, depois de 12 corridas, pois as etapas são sempre disputada em duas provas, com 135 pontos. Nasr está em segundo, com 108. A pontuação é a mesma da Fórmula 1, mas há ponto extra para a pole position e a melhor volta. O terceiro colocado no campeonato está um pouco distante. É o inglês Sam Bird, do Russian Time, com 90 pontos. Neste sábado, larga na segunda colocação.

O pole position é o francês Tom Dillmann, companheiro de Bird, com o tempo de 1min28s219, à média de 178,7 km/h, oitavo no campeonato, com 47 pontos. Para se ter uma ideia do que é a GP2 em relação à Fórmula 1, numa pista de média velocidade, Sebastian Vettel, da Red Bull, ficou em primeiro nos treinos livres desta sexta-feira, com o tempo de 1min21s264, à média de 194,0 km/h. Ou seja, a Fórmula 1 foi 7 segundos mais rápida que a GP2. Não é uma diferença muito grande, o que bem demonstra a validade da GP2 como categoria avançada destinada a formar pilotos, apesar de seus problemas, como o custo irrealmente elevado. Uma temporada num bom time custa ao piloto quase 2 milhões de euros (R$ 6 milhões).

A primeira corrida da sétima etapa, sábado, começa às 10h40 de Brasília. Terá 37 voltas sob temperatura extremamente elevada.

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